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SEMPRE GUERREIROS

A história sempre nos tem apresentado que toda vitória conquistada na luta deixa um marco de glória na própria história; também nos mostrou que qualquer vitória buscada no sabor amargo do desejo tirano sangrou os guerreiros e a luta acabou sem verdadeira conquista.

O desejo de o herói apresentar ao povo tirano as suas capacidades de conquista, que se forem justas e humildes, a vitória será dele, leva, às vezes, os tiranos, com pensamentos hipócritas de falsos vencedores, tentar uma luta, que se tentada entremeio a um povo humilde, se fazem grandes guerreiros e a sua hipocrisia de falsos vencedores pode, honestamente, lhes conduzirem à derrota.

Atualmente, a nossa sociedade está entrelaçada com toda e qualquer espécie de guerreiro: o bravo e valente, o sonhador, o falso, o honesto, o hipócrita, o bom, o mau, enfim, todos nós fazemos parte de um povo humilde, onde os guerreiros aparecem, de uma forma ou de outra, congratulando-se através da nossa humildade.
Geralmente, os guerreiros bravos, valentes, sonhadores, bons e honestos, que lutam permeados de bons sentidos ou sentimentos  vencem, mesmo lutando até o final da batalha, sempre considerados fracos e hipócritas sob os olhos dos verdadeiros hipócritas.

Mas os falsos, os maus e os hipócritas, no seu primeiro dia de batalha, são vencidos pelos humildes ou bons guerreiros.
E esse é o retrato da sociedade atual.

Em todo e qualquer setor existem pessoas, que se fazendo guerreiros com um significado adequado ao seu ser, quando não justo e humilde, é retirado ou substituído na batalha, mas nunca mais aceita ser apenas um ser humilde: a hipocrisia lhe adoece e a sua verdadeira forma de ser (guerreiro fraco), lhe conduz à derrota ou aos caminhos daquele que sempre foi um guerreiro reconhecido apenas pelos verdadeiros chefes de batalha. 

Ivonete Frasson Cesário